Thiago Bicas é arquiteto formado pela UNESP (Campus Bauru) no ano de 2008 e com especialização em design de mobiliário pela Escola Panamericana de Arte e Design. Trabalhou durante 5 anos no escritório Franco-Brasileiro Triptyque, onde atuou tanto na área de desenvolvimento de projetos, quanto na área de representação gráfica, como o responsável por este departamento.
    Desde 2015 vem se dedicando ao Studio Thiago Bicas, desenvolvendo projetos nas mais diversificadas escalas, de design de objetos à projetos de arquitetura e interiores.
    Como designer de mobiliário participou da Design House 2015, evento que fez parte da Design Weekend. Atualmente participa de diversos eventos de design e feiras e tem seus produtos vendidos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife.

Em 2017 foi premiado com o (Prêmio Bradesco Private Bank MADE de Design & Arte) na categotia HandMADE.

O StudioThiago Bicas alia arquitetura, design e artes integrados às cidades e aos ambientes. Não se pretende dissociar cada um dos ítens como esferas separadas, e sim, tratá-los como diferentes escalas de um mesmo tópico.


    As propostas elaboradas pelo StudioThiago Bicas consideram os projetos como um exercício continuum, onde as necessidades, desejos, expectativas e imprevisibilidades dos usuários e do tempo-espaço podem interferir nas propostas. Leva-se em consideração a inconstância e possibilidade de diferentes significados e interpretações, portanto nada é único. Enquanto elemento físico, pode ser mutabilidade, interação e ressignificação do vazio, sendo estes os princípios norteadores do Studio.

 

 

MUTABILIDADE: proporcionar, já na elaboração do projeto, maneiras de permitir a participação do usuário no resultado final à curto, médio e longo prazo, transformando-o em um co-autor da proposta. Diferentes opções dão inúmeras possibilidades que se adequam às necessidades. Portanto, o ritmo não é proposto inicialmente, mas sim as alternativas para a sua composição.

 

INTERAÇÃO: complementa a mutabilidade, onde o tempo-espaço, como também os usuários, podem interagir com a obra, tornando-a parte do processo no qual se insere.

 

RESSIGNIFICAÇÃO DO VAZIO: o vazio é pensado a priori e não como uma resultante do aprisionamento dos espaços com os fechamentos e vedações. São os usos e as interações que irão definir os limites dos espaços. A arquitetura e o design são constituídos tanto pelo ser quanto pelo não-ser, sendo que é o ser que produz o útil, no entanto é o não-ser que o torna eficaz.

© 2016 por Thiago Bicas.

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